No prelo
Tunturi significa, tanto em finlandês como na língua sámi, uma colina sagrada, mas exprime aqui um nome de mulher, figura central da narrativa. O vasto mundo de que esta Tunturi é o centro situa-se e fecha-se entre a floresta, o lago e o firmamento, e forma um microcosmos, como o dos grafismos inscritos nos tampos dos tambores mágicos
da Lapónia.
Encomendas e venda directa – pedidos para: companhiadasilhas.lda@gmail.com
Sueca, bibliotecária e sexualmente activa, Greta é uma mulher em trânsito por motivos nem sempre claros. Uma vontade instantânea, no logro das imagens online, atira-a de Estocolmo para uma viagem sem itinerário predefinido com início em Ponta Delgada. Confrontada com a realidade, Greta transporta-se para outros paraísos anunciados, Bilbau e San Sebastián, Viena, Budapeste, Veneza e Helsínquia, antes de retornar a casa. Sugestionada pela geografia, pela banda sonora nos auscultadores e pelos livros que carrega na bagagem, percorre as cidades em circuito fechado, observa-as, cruza-se com personagens singulares, absorve as nuances da contemporaneidade e manifesta uma visão predominantemente cínica dos lugares.
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Segunda edição (1.ª edição: 2016)
Prólogo e Organização de Carlos Bessa
O título, Almas Cativas, pedira-o emprestado a Antero de Quental, num sinal claro de afinidade electiva. Em 1931 cumpria-se tardiamente o desígnio desse labor quase secreto e o livro vinha, por fim, a público. Um dos exemplares chega às mãos de Vitorino Nemésio, que encontra no «opúsculo de capa cor-de-rosa, em papel amarelento e tipo gasto, sem sedução nenhuma», que compara a «um Relatório de Contas», uma escrita que se lhe afigura «a melhor imagem da dispersão e sonolência da vida nos Açores», com o seu «perfil difuso e abúlico da açorianidade». Nemésio já lera muito e estava, portanto, apto a ver em Mesquita o primeiro poeta a exprimir «alguma coisa de essencial na condição humana tal como ela se apresenta nas ilhas dos Açores», reconhecendo-lhe ainda «um lugar importante no simbolismo português, ao lado dos seus príncipes, que não devem ficar envergonhados por não ser companhia retumbante (António Nobre, Camilo Pessanha, Eugénio de Castro)»
Carlos Bessa
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Para pensar o mundo, nada melhor do que desconfiar dele. Em diferentes línguas, sob diferentes olhares.
- PUBLICADOS:
■ O JAPÃO NO FEMININO I ■ TANKA
Luísa Freire (organização e versão portuguesa)
■ O JAPÃO NO FEMININO II ■ HAIKU
Luísa Freire (organização e versão portuguesa)
■ PELLÉAS E MÉLISANDE
Maurice Maeterlinck. Tradução de Pedro Eiras
■ QUATRO QUARTETOS
TS Eliot. Tradução e apresentação de Vergílio Alberto Vieira
■ ACERCA DA VERDADE E DA MENTIRA NO SENTIDO EXTRA-MORAL
Friedrich Nietzsche. Tradução de Gilda Oswaldo Cruz. Prefácio de António Vieira
■ GEOGRAFIA E PEÇAS
Gertrude Stein. Tradução de Luísa Costa Gomes e Ana Tamen
■ A CANÇÃO DOS VELHOS ESPOSOS
Pierre Loti. Tradução de Miguel Martins, ilustrações de Ana Roque
■ A MULHER QUE ADORAVA OS INSECTOS E OUTROS CONTOS JAPONESES DOS SÉCULOS XI E XII
Anónimo. Tradução, introdução e notas de Joaquim M. Palma
■ TERRA INÓSPITA
TS Eliot. Tradução e apresentação de Vergílio Alberto Vieira
■ A PERSUASÃO E A RETÓRICA
Carlo Michelstaedter. Tradução de Miguel Serras Pereira
- NO PRELO:
■ A LUZ DAS TREVAS. POEMAS E CANÇÕES
Bertolt Brecht. Selecção, tradução e introdução de João Barrento
«(…) todos os livros publicados por determinada editora podem ser vistos como anéis de uma mesma corrente, ou segmentos de uma linha de livros, ou fragmentos de um livro único formado por todos os livros publicados por essa editora.»
Roberto Calasso, «A edição como género literário», de O CUNHO DO EDITOR.
♦ FEVEREIRO:
# Angus Cerini: A ÁRVORE QUE SANGRA
# Cláudia Lucas Chéu: A VIDA É ESTE FAZER DE FESTAS POR ENTRE AS GRADES
# Cláudia Lucas Chéu: MALPARIDOS
Livros nanook:
# Bertolt Brecht: A LUZ DAS TREVAS. POEMAS E CANÇÕES. Selecção, tradução e introdução de João Barrento
♦ MARÇO
# Carlos J. Pessoa: TEATRO (IN)COMPLETO. VOLUME 5
# Roberto de Mesquita: ALMAS CATIVAS E POEMAS DISPERSOS
# Vitorino Nemésio: MAU TEMPO NO CANAL
♦ ABRIL
# António Vieira: TUNTURI
♦ MAIO
# Henrique Garcia Pereira: O TÉCNICO INSURGENTE NOS ANOS SESSENTA E O SEU ENQUADRAMENTO SOCIOECONÓMICO
# Maria Brandão: GRETA
# Nuno Félix da Costa: A PRIMEIRA CIRCUNSTÂNCIA
♦ JUNHO
# Joaquim Manuel Magalhães: DO CORVO A SANTA MARIA (edição revista e aumentada)
# Luís Serpa: NÃO SEI
# Paulo Ramalho: BIJAGÓS. UMA VIAGEM AO SUL GLOBAL
♦ JULHO
# Joaquim M. Palma: KRISHNAMURTI – O FILÓSOFO QUE NÃO QUIS DISCÍPULOS
♦ MESES SEGUINTES:
# Ana Paula Martins Goulart: O LIVRO DOS EXPOSTOS
# Carlos Alberto Machado: PÕE A TUA CASA EM ORDEM, PORQUE VAIS MORRER
# Francisco Medeiros: CADERNO DE CAMPO E OUTROS POEMAS
# Francisco Medeiros: SABOR A FERRUGEM
# José Sebag: VOLUME ANTOLÓGICO (título a definir)
# Leonardo: NÃO SEI POR ONDE MAIS ARDER
# Manuel Tomás: CRÓNICAS E CONTOS DA MEIA-BROA
# Manuel Tomás: NOS DEGRAUS DA ESCALEIRA
# Miguel Royo | texto, Hugo Santos Silva | fotografia: ÍNSULA
# Miguel Serras Pereira: SELECÇÃO DE ENSAIOS (com título a definir)
# Vitorino Nemésio: POESIA IV
# Vitorino Nemésio: ISABEL DE ARAGÃO, RAINHA SANTA
Nota:
Em actualização: 29 de Março de 2026.
«(…) todos os livros publicados por determinada editora podem ser vistos como anéis de uma mesma corrente, ou segmentos de uma linha de livros, ou fragmentos de um livro único formado por todos os livros publicados por essa editora.»
Roberto Calasso, “A edição como género literário”, de O CUNHO DO EDITOR.
- FEVEREIRO
# Catarina Costa: OS QUE NÃO CAEM COMO ÍCARO
# Cecília Ferreira, Elisabete Marques, Henrique Manuel Bento Fialho e Manuel Portela: QUEM ESTÁ AÍ?
# Cláudia Lucas Chéu: ESCREVO POR VINGANÇA À MORTE
# Filipe Homem Fonseca: ÚLTIMA REFEIÇÃO ANTES DE MIM
# Gisela Cañamero: RAIVA
- MARÇO
# António Vieira: O TEMPO E O SAGRADO. Deuses do deserto e deuses da floresta
# Carlos Alberto Machado e Maria João Worm: QUARTA-FEIRA
# Sebastião Belfort Cerqueira na companhia das ilhas
- MAIO
# João Barrento: ESCOLA DO OLHAR. Luz e sombra nas artes da imagem
# Manuel Tomás: AS RAPARIGAS LÁ DA MINHA RUA
# Norberto Ávila: NEVOEIRO E OUTROS CONTOS
- JUNHO
# Fernando Machado Silva: O SILÊNCIO NUM CAMPO CANTADO PELO VENTO
# José Guardado Moreira: A MAGIA SOLAR. Luz e sombra nas artes da imagem
# Vítor Teves: CONTEIRAS – ESTE CAMINHO DE FESTA
- AGOSTO
# Henrique Garcia Pereira: MEMÓRIAS DO SÉCULO XX PARA A CONTESTAÇÃO SATÍRICA DA ORDEM VIGENTE NO SÉCULO XXI
# Paulo Rodrigues Ferreira: ONDE NÃO SOU É QUE COMEÇO
- SETEMBRO
# Diniz Conefrey: ESTÂNCIA DO SINO COBERTO
# Miguel Serras Pereira: DE SÚBITO NO AVESSO DA MEMÓRIA
- NOVEMBRO / DEZEMBRO
# Eduarda Chiote: VIRA BICHO
# Yvette K. Centeno: RECOMEÇO
«(…) todos os livros publicados por determinada editora podem ser vistos como anéis de uma mesma corrente, ou segmentos de uma linha de livros, ou fragmentos de um livro único formado por todos os livros publicados por essa editora.»
Roberto Calasso, “A edição como género literário”, de O CUNHO DO EDITOR.
- JANEIRO
# Cláudia Lucas Chéu: UM QUARTO COM VISTA SOBRE O MEU QUARTO
# Cláudia Lucas Chéu: A CABEÇA MUDA [edição da Câmara Municipal do Funchal/Teatro Municipal Baltazar Dias em parceria com a Companhia das Ilhas]
# João Barrento: OS INFINITOS MODOS DA PALAVRA. Caminhos e metamorfoses da poesia portuguesa contemporânea
# José António Gonçalves: À LUZ DOS OLHOS DAS BORBOLETAS [edição da Câmara Municipal do Funchal em parceria com a Companhia das Ilhas]
- FEVEREIRO
# Cláudia Lucas Chéu: BEBER PELA GARRAFA (3.ª edição)
# Luísa Freire: MONÓLOGO PARA UMA JANELA NO ESCURO – Poema dramático
# Maria Aurora Carvalho Homem: MALMSEY: UM DOCE PERFUME [edição da Câmara Municipal do Funchal em parceria com a Companhia das Ilhas]
# Yvette K. Centeno: AINDA (poemas 2023)
- MARÇO
# Falk Richter: ÀS DUAS HORAS DA MANHÃ
# Joaquim Costa: POESIA DA VIDA E DA MORTE
# Joaquim M. Palma: VOX HUMANA
# Luís Chacho: ALTO DOS BONECOS
# Luísa Freire: FOLHAS BREVES (haikus)
- ABRIL
# Visões Úteis/Ana Vitorino / Carlos Costa / Mafalda Banquart: UNRAVELING
# Visões Úteis/Carlos Costa/Jorge Palinhos: CIDADES DE BRONZE
- MAIO
# Henrique Manuel Bento Fialho: DOMESTICADORA DE GIRASSÓIS
# Virgílio Martinho: O CONCERTO DAS BUZINAS / O MENINO NOVO
- JUNHO
# António Vieira: O ORÁCULO
# Jorge Aguiar Oliveira: REZA CANIBAL
# Vitorino Nemésio: CORSÁRIO DAS ILHAS / O RETRATO DO SEMEADOR (data de edição Imprensa Nacional: Dezembro de 2023)
- AGOSTO
# Urbano Bettencourt: SANTO AMARO SOBRE O MAR / SANTO AMARO BY THE SEA
- SETEMBRO
# Daniel Hell: O SELF NA CRISE. A CRISE DO SELF
# José Pinto de Sá: ATUNS DE AQUÁRIO & OUTRAS ESTÓRIAS
- OUTUBRO
# Vitorino Nemésio: POESIA III
- NOVEMBRO
# Carlos Jorge Pessoa: TEATRO (IN)COMPLETO. VOLUME IV
# Luís M. Vicente: O LIVRO DA ALICE
# Mário T Cabral: MARANATHA
# Mário T Cabral: NÃO TE ABANDONAREI MEU CORPO
# Mário T Cabral: O DEUS DA SEMANA
# Mário T Cabral: POEMAS DO HOSPITAL
# Sarah Adamopoulos: COM OS PORTUGUESES
# Martin Crimp: DEFINITIVAMENTE AS BAHAMAS / PLAY HOUSE
# Molière: JORGE PATEGO OU O MARIDO HUMILHADO
- 2025
# António Vieira: O TEMPO E O SAGRADO
# Carlos Alberto Machado e Maria João Worm: QUARTA-FEIRA
# Catarina Costa: OS QUE NÃO CAEM COMO ÍCARO
# Cláudia Lucas Chéu: ESCREVO POR VINGANÇA À MORTE
# Diniz Conefrey: ESTÂNCIA DO SINO COBERTO
# Fernando Heitor: LIVRO DE VIAGENS
# Fernando Machado Silva: O SILÊNCIO NUM CAMPO CANTADO PELO VENTO
# Filipe Homem Fonseca: ÚLTIMA REFEIÇÃO ANTES DE MIM
# Frederico Pedreira: APRESENTAÇÃO DO OUTRO
# Henrique Garcia Pereira: OS PRAZERES À ESQUERDA
# João Barrento: ESCOLA DO OLHAR
# José Sebag: VOLUME ANTOLÓGICO (título a definir)
# Luísa Freire (organização e versão portuguesa): O JAPÃO NO FEMININO – I: TANKA (Poesia dos séculos IX a XI)
# Luísa Freire (organização e versão portuguesa): O JAPÃO NO FEMININO – II: HAIKU (Poesia dos séculos XVII a XX)
# Paulo Rodrigues Ferreira: ONDE NÃO SOU É QUE COMEÇO
# Sarah Adamopoulos: CRÓNICAS CANADIANAS
# Sebastião Belfort Cerqueira (título a definir)
# Visões Úteis/Carlos Costa: 2021 – VERSÃO BETA
# Vítor Teves: CONTEIRAS
# Vitorino Nemésio: MAU TEMPO NO CANAL
# Vitorino Nemésio: POESIA IV
# Vitorino Nemésio: ISABEL DE ARAGÃO, RAINHA SANTA
# Yvette K. Centeno: PARA ACABAR (I e II)
Programação sujeita a alterações por motivos de força maior: guerras, pandemias, fascismos e outros flagelos sociais ─ ou simplesmente por estarmos cansados (e não temos de prestar contas a ninguém):
JANEIRO
# Mário T Cabral: É PRECISO QUE TE LEMBRES DOS PASSEIOS COM O TEU CÃO
# André Almeida e Sousa: INVENTÁRIO DE FRASCOS | SOMBRAS CALHAS
# José Ricardo Nunes: ALFABETO ADIADO
# Sarah Adamopoulos: AGOSTO
FEVEREIRO
# Joana Brandão: CAMINHOS / “CORAGEM HOJE, ABRAÇOS AMANHÔ
MARÇO
# m. parissy: INCÊNDIOS DE RUA
# Jean-Pierre Sarrazac: AJAX, REGRESSO(S)
ABRIL
# Carlos Costa | Jorge Palinhos | Miguel Mira: O GRANDE MUSEU DA CONSCIÊNCIA DE ELON MUSK
# Ana Vitorino, Carlos Costa, Gemma Rodríguez: TANG PING, UM WESTERN MODERNO SOBRE NÃO SER NINGUÉM
MAIO
# Raul Brandão: AS ILHAS DESCONHECIDAS
# José Viale Moutinho: À SOMBRA DAS VOZES
# João Barrento: APARAS DOS DIAS – A ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS
JUNHO
# Virgílio Martinho: RELÓGIO DE CUCO / A CAÇA
# Jaime Rocha (coord.): POESIA, UM DIA (2012-2022)
JULHO
# Luís Serra: PINGUE-PONGUE NO TERRAÇO
# Vasco Medeiros Rosa: É PRECISO ROMPER O AMANHÃ. MADALENA FÉRIN REVISITADA
# António Vieira: ENTREVISTA
# Mário T Cabral: METEOROLOGIA. CONTOS PARA ADULTOS QUE NÃO QUISERAM SER GRANDES
# Mário T Cabral: O PORTA-ESTANDARTE
AGOSTO
# Jorge Fazenda Lourenço: FIM DE BOCA E MAIS POEMAS 1981-2023
SETEMBRO
# Nuno Dempster: SEIS HISTÓRIAS PARALELAS
# Urbano Bettencourt: ANTES QUE O MAR SE RETIRE
OUTUBRO
# António Vieira ELOGIO DA DESCRENÇA (2.ª edição)
NOVEMBRO / DEZEMBRO
# Anne Carson: ANTIGOTRIZ
# Carlos J. Pessoa: TEATRO (IN)COMPLETO. VOLUME III
# Mário T Cabral: A CEIA GRANDE
# Mário T Cabral: EUDEMIM
# José Manuel Teixeira da Silva: PENAS PESADAS DA NEVE
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